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segunda-feira, 11 de junho de 2012
Offspring: veja o clipe de "Cruising California"
"Só vou comentar uma coisa: "Ah meu Deus.... Quem era Offspring né verdade ??????"
Kiss: Tom Cruise rouba a cena em Rock Of Ages, diz Gene Fonte: Kiss: Tom Cruise rouba a cena em Rock Of Ages, diz Gene
O baixista e compositor do KISS, GENE SIMMONS, elogiou a performance do ator TOM CRUISE, tanto atuando como cantando no longa-metragem "Rock Of Ages", que estreia nos EUA somente no dia 15.
No entanto, a première aconteceu na noite desta sexta-feira (8) no Grauman's Chinese Theatre, em Hollywood, na Califórnia.
Pelo tapete vermelho, além de passar celebridades como Alec Baldwin, Russel Brand, Ashley Tinsdale e Tobey Maguire, passaram os rockstars BRET MICHAELS, vocalista do POISON, todos os integrantes do DEF LEPPARD e Gene Simmons, do Kiss, acompanha de seu filho Nick.
O enredo do musical se passa nos idos de 1987, com Tom Criuse no papel do famoso cantor fictício Stace Jaxx.
Segundo Gene Simmons, em seu microblog Twitter no final da tarde deste sábado (9), "Tom Cruise rouba a cena em 'Rock Of Ages'. Ele também foi muito encantador quando conversou com Nick e eu a caminho da première".
O filme deve estrear no Brasil no dia 17 de agosto. Enquanto isso, a trilha sonora do filme foi disponibilizada.Veja abaixo o trailer:
Veja as faixas do álbum e que ator canta:
01. Paradise City (Tom Cruise)
02. Sister Christian/Just Like Paradise/Nothin' But a Good Time(Diego Boneta)
03. Juke Box Hero/I Love Rock 'N' Roll (Diego Boneta)
04. Hit Me With Your Best Shot (Catherine Zeta-Jones)
05. Waiting For A Girl Like You Diego Boneta
06. More Than Words/Heaven (Diego Boneta)
07. Wanted Dead Or Alive (Julianne Hough)
08. I Want To Know What Love Is (Malin Akerman)
09. I Wanna Rock (Diego Boneta)
10. Pour Some Sugar On Me (Tom Cruise)
11. Harden My Heart (Julianne Hough)
12. Shadows Of The Night/Harden My Heart (Julianne Hough)
13. Here I Go Again (Diego Boneta)
14. Can't Fight This Feeling (Russell Brand)
15. Any Way You Want It (Julianne Hough)
16. Undercover Love (Diego Boneta)
17. Every Rose Has Its Thorn (Diego Boneta)
18. Rock You Like A Hurricane (Julianne Hough)
19. We Built This City/We're Not Gonna Take It (Russell Brand)
20. Don't Stop Believin' (Diego Boneta)
Guns N' Roses: cantora escocesa regrava "November Rain"
Sandi Thom lança no dia 14 de agosto seu quarto álbum, Flesh And
Blood. O trabalho foi produzido pelo guitarrista Rich Robinson (Black
Crowes) e conta com uma regravação para “November Rain”, do Guns N’
Roses. Confira o resultado abaixo:
Ninguém é perfeito: os filhos "bastardos" de pais famosos
É interessante escrever sobre as fases obscuras das grandes bandas de
rock. Muitas delas, ou a totalidade, já passaram por momentos ruins, de
pouca criatividade e produções fracas. E até as mais geniais não
fugiram à esta regra.

Na
década de 80, o PINK FLOYD fragmentou-se (o que foi praticamente
previsto após o lançamento de THE FINAL CUT) e ROGER WATERS deixou a
banda. DAVID GILMOUR, por sua vez, assumiu a liderança da lendária
entidade inglesa e lançou o álbum “A MOMENTARY LAPSE OF REASON” (o
patinho feio da discografia). Para falar a verdade, o “Patinho Feio” do
PINK FLOYD é mais bonito
que muito Pato-de-Vitrine de outros conjuntos, mas isto não vem ao
caso. A MOMENTARY LAPSE OF REASON é um trabalho no mínimo inconstante,
com diversos altos e baixos e músicos desconhecidos em seu line-up que
não captaram a essência da banda. Poucas canções deste trabalho fizeram
jus à grandeza do PINK FLOYD, talvez “ON THE TURNING AWAY” e “SORROW”. E
só. No mais, o que observamos são teclados oitentistas, timbragens
estranhas e até alguns experimentos eletrônicos.

As
décadas de 80 e 90 também fizeram mal ao BLACK SABBATH. Após a saída de
RONALD JAMES PADOVANA, ou DIO (como preferirem), os pais do heavy metal
tornaram-se a “Casa-da-Mãe-Joana”, com vários integrantes ioiôs e
pistoleiros de aluguel contratados para a cozinha e sala-de-visitas do
conjunto. Como pontos positivos desta época, podemos citar lampejos dos
álbuns BORN AGAIN (1983), com IAN GILLAN nos vocais, SEVENTH STAR
(1986), com o grande GLENN HUGHES e que inicialmente seria um trabalho
SOLO de TONY IOMMI, e o DEHUMANIZER, de 1992, que marcou o retorno de
DIO ao posto de FRONTMAN da banda. Bons trabalhos, no entanto, fracos se
comparados ao período mais produtivo dos comparsas de OZZY OSBOURNE,
TONY IOMMI e DIO (de BLACK SABBATH à MOB RULES).

Mesmo
o IRON MAIDEN provou da fruta amarga de conceber trabalhos de qualidade
duvidosa. Ao final de 1992, BRUCE DICKINSON deixava a DONZELA e para o
seu lugar, o BIG BOSS Mr. HARRIS recrutou o semi-conhecido BLAZE BAYLEY,
que até então era vocalista da WOLFSBANE, uma boa banda de HARD ROCK do
circuito UNDERGROUND da Inglaterra. O BIG BOSS já havia se
impressionado com a performance do frontman na turnê do NO PRAYER FOR
THE DYING em 1990 (à época, a WOLFSBANE abriu alguns espetáculos para o
MAIDEN), o que leva a crer que todo o circo armado para sua entrada na
banda, como concurso
mundial, testes e etc, foi pura balela de marketing. BLAZE BAYLEY
participou de um álbum bom, o THE X FACTOR, e de outro álbum, este sim
muito ruim, o VIRTUAL XI. Aliado à isso, o desempenho de BLAZE ao vivo
era muitas vezes constrangedor, e o final desta história todo mundo já
sabe: BLAZE demitido da DONZELA e levando de brinde o ônus completo pela
culpa dos anos de menor criatividade do IRON MAIDEN, uma injustiça sem
tamanho.

E
não para por aqui: aos que chegaram a reclamar do METALLICA pelo BLACK
ALBUM e pela dupla LOAD/RELOAD, ST.ANGER tornou-se motivo de suicídio! O
álbum foi um tiro na testa dos fãs e um prato cheio para os críticos da
banda, além de ser seguramente um dos piores trabalhos
lançados por uma grande banda de Rock em todos os tempos, talvez melhor
(ou menos pior!) apenas que o UNDER WRAPS, do JETHRO TULL.
Manchas
negras em currículos quase impecáveis. Por sorte, o melhor alvejante
que existe são as boas coisas já criadas, que jamais serão ofuscadas por
estes delizes.
Mas fica aqui o registro da máxima de que ninguém é perfeito.
domingo, 10 de junho de 2012
Avenged Sevenfold: atendendo a pedido especial do Metallica
Publicado originalmente no Rock em Geral.
Escalado como uma das atrações do “Orion Music + More”, o festival bancado pelo Metallica, os rapazes do Avenged Sevenfold estavam na dúvida se aceitavam ou não a proposta, uma vez que estão se preparando para gravar o próximo álbum. Um telefonema especial resolveu a parada.
“Os caras do Avenged Sevenfold são próximos e queridos para mim. Eles estavam em cima do muro sobre o assunto, porque não estão tocando nesse verão. Liguei para um dos rapazes e disse: ‘Seria realmente significa muito para nós’”, declarou o baterista Lars Ulrich, em depoimento à “Rolling Stone”.
O “Orion Music + More” acontece nos próximos dias 23 e 24, em Bader Field, New Jersey, nos Estados Unidos. O Metallica é o headiner das duas datas, em uma delas tocando a íntegra do “Black Album”, e, na outra, a íntegra do “Ride The Lighting”. Também se apesentam no festival The Gaslight Anthem, Modest Mouse, Cage The Elephant, Fucked Up e Hot Snakes, entre outros.
Escalado como uma das atrações do “Orion Music + More”, o festival bancado pelo Metallica, os rapazes do Avenged Sevenfold estavam na dúvida se aceitavam ou não a proposta, uma vez que estão se preparando para gravar o próximo álbum. Um telefonema especial resolveu a parada.
“Os caras do Avenged Sevenfold são próximos e queridos para mim. Eles estavam em cima do muro sobre o assunto, porque não estão tocando nesse verão. Liguei para um dos rapazes e disse: ‘Seria realmente significa muito para nós’”, declarou o baterista Lars Ulrich, em depoimento à “Rolling Stone”.
O “Orion Music + More” acontece nos próximos dias 23 e 24, em Bader Field, New Jersey, nos Estados Unidos. O Metallica é o headiner das duas datas, em uma delas tocando a íntegra do “Black Album”, e, na outra, a íntegra do “Ride The Lighting”. Também se apesentam no festival The Gaslight Anthem, Modest Mouse, Cage The Elephant, Fucked Up e Hot Snakes, entre outros.
AC/DC: a pequena frota de Brian Johnson
Em entrevista ao Ultimate Classic Rock, Brian Johnson falou com modéstia sobre sua coleção de carros.
Malucos por carros sempre possuem aquela lista de desejos. Há algum que você ainda quer comprar?
Um que é muito difícil é o Facek Veja Mark III 500. Outro é a Ferrari F40, que estou em busca enquanto conversamos.
Quantos carros você possui?
Não tenho uma grande coleção. São 14 ou 15.
É um número considerável.
Cinco deles são apenas para corridas. Não andam a não ser em pistas.
Malucos por carros sempre possuem aquela lista de desejos. Há algum que você ainda quer comprar?
Um que é muito difícil é o Facek Veja Mark III 500. Outro é a Ferrari F40, que estou em busca enquanto conversamos.
Quantos carros você possui?
Não tenho uma grande coleção. São 14 ou 15.
É um número considerável.
Cinco deles são apenas para corridas. Não andam a não ser em pistas.
Corey Taylor: seria melhor se a mídia nem falasse de Metal Fonte: Corey Taylor: seria melhor se a mídia nem falasse de Metal
O frontman do SLIPKNOT e do STONE SOUR, COREY TAYLOR, acredita que o Metal é o único gênero no qual os músicos estão sempre tentando se superar – e isso é uma das coisas que fazem do gênero uma forma única de arte.
Seus comentários foram lançados em uma discussão do jornal ‘The Guardian’ sobre porque o rock e o metal são quase que completamente ignorados pela grande mídia, apesar de um forte segmento de fãs e vendas consideráveis.
Taylor argumenta que se a imprensa for ignorar os bons pontos do gênero, ela não deveria ficar só ressaltando os maus.
Diz ele: “O que me emputece é que só falam sobre metal desse modo ‘o Metal vai matar seus filhos’. Seria melhor se nem falassem da gente.”
“É o último espírito rebelde na música. É a voz dos desgarrados. É por isso que apela a tantas pessoas quando elas são mais jovens e ainda apela quando essas pessoas têm 40 anos de idade, não querem crescer.”
“A próxima geração sempre está tentando superar a anterior, ir mais longe, tentando achar aquele frenesi que não foi causado ainda. O Black Sabbath, depois o Metallica, depois Marilyn Manson e depois nós. Há essa necessidade de se subir de patamar – eu não vejo isso em nenhum outro gênero.”
O editor do departamento de críticas do The Guardian, Alexis Petridis diz que não escreve sobre metal porque “Eu não insultaria aos artistas envolvidos. Se eu não entendo da música, não há por que escrever sobre ela. Ela nunca apelou a mim quando eu era criança. Talvez eu não fosse raivoso o suficiente. Eu tentei apreciar ‘Reign In Blood’ do Slayer como uma obra de música extrema. Eu tentei ouvir Black Metal Norueguês como um gênero vanguardista de arte, e não rola pra mim. Eu acho que de fato, é melhor pro metal existir fora desse meio. Se você recebe o respeito do Hall Of Fame, e se isso é mainstream, isso não significaria que o metal não teria contra o que lutar?”
Mas Petridis ressalta: “O legal sobre os fãs de Metal é que eles são incrivelmente leais. Em qualquer outro gênero – hip hop, alt-rock – as coisas se mexem depressa. Os artistas gravam um ou dois discos, e daí desaparecem. As bandas de metal podem se desenvolver. Uma banda pode tocar em Wembley arena pela primeira vez e estar no sexto disco, o que não aconteceria em nenhum outro gênero. É o único gênero do qual me lembro onde bandas podem passar por imensas mudanças na formação que matariam uma banda mainstream sem deixar vestígios.”
Seus comentários foram lançados em uma discussão do jornal ‘The Guardian’ sobre porque o rock e o metal são quase que completamente ignorados pela grande mídia, apesar de um forte segmento de fãs e vendas consideráveis.
Taylor argumenta que se a imprensa for ignorar os bons pontos do gênero, ela não deveria ficar só ressaltando os maus.
Diz ele: “O que me emputece é que só falam sobre metal desse modo ‘o Metal vai matar seus filhos’. Seria melhor se nem falassem da gente.”
“É o último espírito rebelde na música. É a voz dos desgarrados. É por isso que apela a tantas pessoas quando elas são mais jovens e ainda apela quando essas pessoas têm 40 anos de idade, não querem crescer.”
“A próxima geração sempre está tentando superar a anterior, ir mais longe, tentando achar aquele frenesi que não foi causado ainda. O Black Sabbath, depois o Metallica, depois Marilyn Manson e depois nós. Há essa necessidade de se subir de patamar – eu não vejo isso em nenhum outro gênero.”
O editor do departamento de críticas do The Guardian, Alexis Petridis diz que não escreve sobre metal porque “Eu não insultaria aos artistas envolvidos. Se eu não entendo da música, não há por que escrever sobre ela. Ela nunca apelou a mim quando eu era criança. Talvez eu não fosse raivoso o suficiente. Eu tentei apreciar ‘Reign In Blood’ do Slayer como uma obra de música extrema. Eu tentei ouvir Black Metal Norueguês como um gênero vanguardista de arte, e não rola pra mim. Eu acho que de fato, é melhor pro metal existir fora desse meio. Se você recebe o respeito do Hall Of Fame, e se isso é mainstream, isso não significaria que o metal não teria contra o que lutar?”
Mas Petridis ressalta: “O legal sobre os fãs de Metal é que eles são incrivelmente leais. Em qualquer outro gênero – hip hop, alt-rock – as coisas se mexem depressa. Os artistas gravam um ou dois discos, e daí desaparecem. As bandas de metal podem se desenvolver. Uma banda pode tocar em Wembley arena pela primeira vez e estar no sexto disco, o que não aconteceria em nenhum outro gênero. É o único gênero do qual me lembro onde bandas podem passar por imensas mudanças na formação que matariam uma banda mainstream sem deixar vestígios.”
Almah: Edu diz que já foi ameaçado por fãs de Andre Matos Fonte: Almah: Edu diz que já foi ameaçado por fãs de Andre Matos
O Heavy Nation, único programa totalmente dedicado ao Heavy Metal
da Rádio UOL, recebeu esta semana o vocalista Edu Falaschi (ALMAH) onde
ele revelou detalhes sobre seus motivos para se desligar do ANGRA. "Eu tive que me adaptar ao estilo de cantar do Angra.
Obviamente que eu consegui cantar daquela maneira pelo menos até o
álbum "Temple Of Shadows, mas por causa de problemas de refluxo isso era
algo que eu não conseguia mais fazer", declara o vocalista.
No decorrer do bate papo, Falaschi ainda revelou que já recebeu ameaças de fãs de Andre Matos. "Já recebi até ameaças de morte por telefone", revela. "As pessoas não sabem, mas eu tenho uma assessoria de imprensa que sabe quem são essas pessoas que provocam toda essa histeria e isso já virou caso de policia".
No decorrer do bate papo, Falaschi ainda revelou que já recebeu ameaças de fãs de Andre Matos. "Já recebi até ameaças de morte por telefone", revela. "As pessoas não sabem, mas eu tenho uma assessoria de imprensa que sabe quem são essas pessoas que provocam toda essa histeria e isso já virou caso de policia".

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