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sábado, 24 de dezembro de 2011

Korn - The Path of Totality

Pouco antes do lançamento de The Path of Totality, Jonathan Davis disse em uma entrevista que os fãs odiariam o novo álbum. Não estava totalmente errado, tendo em vista que este é um daqueles discos que geram muita controvérsia – e os mais conservadores realmente deverão odiar esse álbum. Entretanto, aqueles que abrirem a cabeça e se esquecerem dos rótulos e “obrigações”, poderão sim gostar desse disco.

Confesso que quando fui ouvir o álbum, estava tomado de uma grande má vontade - já que tudo indicava que seria apenas um álbum experimental com participações de artistas de dubstep. Tive que ouvir o disco várias e várias vezes para poder entendê-lo verdadeiramente. Na primeira faixa, Chaos Lives in Everything, e em My Wall, fica implícita a brusca mudança em relação aos álbuns anteriores, e também o que vem pela frente no disco. A quarta faixa, o single Narcissistic Cannibal, é uma daquelas músicas que ficam grudadas na sua cabeça por muito tempo, assim como Get Up (primeiro single), e Way Too Far uma das melhores canções do álbum, destaque para os vocais.

Kill Mercy Within é um dos destaques, uma das poucas faixas que lembram mesmo que levemente os primórdios do new metal desenvolvido pela banda. Illuminati é a música mais polêmica, traz uma severa crítica a Barack Obama, em alguns trechos diz “Eu não vou ser controlado / Você estuprou a nossa esperança / Orgulhoso demais para enfrentar / Você construiu esta casa de vergonha” e mais adiante tem isso: “Os culpados não serão encontrados / Eles estão por trás dessa máscara de riqueza / Eles estão assumindo agora / Illuminati, eles se escondem”.

Ainda resta Burn the Obedient, que fez Jonathan Davis remeter a tempos antigos, e Bleeding Out que não foge nem um pouco ao estilo adotado no resto do disco. As duas faixas não citadas até então, Sanctuary e Let’s Go são apenas tapa buracos nesse álbum tão controverso, e tão surpreendente. Esse trabalho é definitivamente diferente de tudo que a banda já fez, mas isso não quer dizer que seja ruim. O ponto mais negativo é o repetitivismo, o que prejudicou e muito a banda, as músicas em determinados momentos são muito parecidas. E o destaque de The Path of Totality, com certeza foi o vocalista Jonathan Davis, que em momento algum decepcionou quem esperava um vocalista experiente, e agradável, aliás, este parece melhorar a cada álbum nestes 18 anos de Korn. A dica que dou-lhes é ouvir o disco sem preconceitos em relação a estilo, participantes ou predefinições, apenas ouçam com a cabeça aberta.

Tracklist:
1 - Chaos Lives in Everything (feat. Skrillex)
2 - Kill Mercy Within (feat. Noisia)
3 - My Wall (feat. Excision and Downlink)
4 - Narcissistic Cannibal (feat. Skrillex
5 - Illuminati (feat. Excision and Downlink)
6 - Burn The Obedient (feat. Noisia)
7 - Sanctuary (feat. Downlink and J Devil)
8 - Let''s Go (feat. Noisia)
9 - Get Up (feat. Skrillex)
10 - Way Too Far (feat. 12th Planet , Flinch and Downlink)
11 - Bleeding Out (feat. Feed Me)
12 - Fuels The Comedy (feat. Kill The Noise) Especial Edition
13 - Tension (feat. Excision, Datsik and Dowlink) Especial Edition

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